No contexto social e econômico em que vivemos, desde muito cedo começamos a cultivar a idéia da necessidade de irmos formando ao longo de nossas vidas o que comumente chamamos de “poupança” ou a acumulação de riqueza, que pode ser oriunda da parcela que irá sobrar dos ganhos obtidos com o trabalho, de heranças, prêmios, etc. Ao mesmo tempo em que vamos formando e acumulando nossa “poupança”, também buscamos otimizar estes recursos, ou seja, procuramos investir e obter resultados positivos com este investimento. Queremos ser remunerados pelos valores aplicados. Desta forma, quando vamos investir os recursos objeto de nossa “poupança”, encontramos inúmeras alternativas de aplicação e, neste momento, buscamos levar em consideração algumas variáveis que são intrínsecas a esta decisão, tais como:
• Qual a remuneração que eu quero obter?
• Que riscos estou disposto a correr?
• Por qual prazo pretendo deixar meus recursos aplicados?
• Que liquidez quero ter nos recursos aplicados?
E somente após responder a todas estas questões é que iremos direcionar nossa “poupança” para a aplicação que melhor atender às nossas necessidades e expectativas de retorno.

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